quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Fim de um longo inverno

Voltei.
E sim, já conclui que estou de TPM também (que nesse mês veio antes do esperado). Nada como passar meu aniversário com a prova de que sou fértil! hehehe

Mas to aqui né?
Estudando, e ouvindo rádio... daí passou essa música.
Do mesmo jeito que já postei música interpretada pela Annita aqui, hoje a música é 'Acenda a Luz'.... ouvi na rádio, gostei. E ela que me fez ter vontade de vir aqui escrever...

Está um tempo lindo em Curitiba. Frio, sol... e um pôr-do-sol maravilhoso.
O meu último pôr-do-sol com 23 anos. O último pôr-do-sol deste ano de vida que começou repleto de sonhos, de planos... e deu tudo errado! Que ano foi esse!

Estou aqui, escrevendo isso, e desejando que este último pôr-do-sol antes de completar 24 anos de vida leve com ele, de uma vez por todas, todas as dores, os desafetos, os casos mal resolvidos, os sentimentos de rejeição, e as tristezas que este ano de vida trouxe pra mim.


Acenda a luz, tente enxergar
Isso é mais forte que nós dois
Brigas em vão, deixam cicatriz
Não há muito o que fazer

Nós sempre falamos que seria pra sempre
Sempre foi difícil entender por que
NÃO ACREDITO NO AZAR, ACREDITO NAS ESCOLHAS
O tempo vai dizer

Me acorde quando tudo acabar
E esse inverno chegar ao fim
o dá pra desistir da nossa história
será que o destino quis assim?
Caindo da nuvem mais alta estou
Me pegue antes que seja tarde
Prá talvez voltar o que sempre foi
Nós dois

Acenda a luz e tente ver
Como chegamos até aqui
Se quero você, e você me quer
Deveria ser mais simples...

Lembra quando olhava pro céu, e dizia
As estrelas só vão apagar, se o que sentimos um dia acabar
Bom elas ainda estão lá...

Nunca ficamos tanto tempo sem nos falar depois que nos reencontramos. É estranho o silêncio.
Ouvi essa música e lembrei de quando eramos 'nós'. Lembrei dos nossos momentos bons.
Lembrei que o fim foi desenhado lá em meados de setembro do ano passado, com a ideia da loja.
E as coisas foram indo, bem devagar...
Tivemos férias inesquecíveis. 
A bendita moto. Nós dizíamos que faríamos um álbum com as nossas fotos, das nossas aventuras, pra mostrar pros nossos filhos... a nossa Elis. A moto para nós foi sinônimo de liberdade... desbravávamos a cidade. Subíamos onde os carros não poderiam ir.
E foram tantos pôres-do-sol... a península nunca mais será a mesma pra mim. 
Da última vez que tivemos lá, ele pediu para que fossemos embora, porque tínhamos brigado lá no fim do namoro.
Lembro de fins de tarde maravilhosos no verão. Com juras eternas de amor, com sonhos... lembro de como o amor e a felicidade corriam em nossas veias, e enchia nossos olhos.
Lembro das praias que a gente conheceu no verão, a marina, os morros... 
E agora, são apenas memórias, de uma história que vivemos... e dificilmente será contada para os nossos filhos.
E agora, onde está você, além de aqui, dentro de mim? Lembra quando eu falava de 'amar do fundo do coração'? É, cada dia você está mais fundo. E num lugarzinho, escondidinho, no escuro... pra nunca mais ser visto.

Ser adulto não é fácil.
Hoje tem exatamente 4 meses, que eu levei a maior das rasteiras da minha vida.
Neste meu ano de vida eu conheci uma Aline que eu nunca imaginei que existisse dentro de mim. 
Eu fiz coisas que me tornaram estúpida, fraca, burra! Eu agi sem pensar na maior parte do tempo. Eu fui movida por DOR! Dor na forma mais triste que se pode ter... Eu queria ser curada por quem tinha me causado a dor. E nada remediaria. Já tem 4 meses, e eu ainda estou aqui, escrevendo sobre isso.
Foi o inverno mais difícil dos últimos 23 anos. Foi ver meus sonhos escaparem das minhas mãos... foi assistir a pessoa que eu amava dizer que não me amava mais, e que outra pessoa tinha-no conquistado, mas que ele ainda gostava de mim... mas só um pouquinho. Muito menos do que eu o amava.
Nunca me senti tão feia, tão rejeitada, tão sozinha. 
Não havia palavra que me consolasse. Não havia curativo que me ajudasse.

Hoje tenho bons momentos sozinha... Mas ainda tenho dificuldade de entender porque tudo isso aconteceu.
"Me acorde quando tudo acabar, e esse inverno chegar ao fim"
E deste ano de vida que termina, deste último sol que se põe, surge a esperança de dias melhores. Dias que novos sonhos são construídos, que a vida ganha cor novamente... e que novos pôres-do-sol tomem outro sentido.

Foi no meu 23º ano de vida que eu perdi grande parte da minha inocência, que parte da minha adolescência perdeu o sentido.
Foi no meu 23º ano de vida que eu deixei de acreditar em histórias de amor, que eu deixei de acreditei em contos de fada.
Foi no meu 23º ano de vida que eu aprendi, que não importa o quanto você se esforce, as coisas podem não sair do jeito que você planejou.
Foi no meu 23º ano de vida que eu vi todo o meu mundo destruído, e tive que recomeçar de novo.

E o meu 23º ano de vida foi o mais difícil que eu vivi até hoje.
Foi um ano que eu tive que rever meus princípios, minhas amizades, meus objetivos.
Foi um ano que a Aline, que tanto sonhou com um mundo mágico, que tanto fugiu da vida adulta, teve que enfrentar os problemas de cabeça erguida, e continuar com suas responsabilidades.
Lembro de dias que fiz prova chorando, de dias que cheguei no hospital com o rosto inchado, porque tinha chorado a noite anterior toda.
Em alguns dias nada tinha sentido...
Mas eu sobrevivi.

E este é o último post que eu faço neste 23º ano de vida.
Eu rezo todos os dias, e peço a Deus que no meu próximo ano de vida eu possa entender porque tudo isso aconteceu. Que todo meu esforço seja recompensado, e que o amor que eu tenho aqui, guardado dentro de mim, possa me levar a um lugar bom... para que toda a fumaça que encobriu meus sonhos se dissipe, e eu consiga não só ver novos pôres-do-sol, mas lindos arco-íris.

E assim me despeço deste ano.
Desejando que seja realmente o fim de um longo inverno, e que a vida tenha cor na primavera que irá surgir.

Boa noite!


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A pedra do meio fio

Olá pessoal!
Quero iniciar o post agradecendo a todas as mensagens...
O minha proposta com este blog era fazer mesmo um diário - habito que eu trago desde criança - mas é bom saber que algumas pessoas acompanham, torcem, tem como inspiração (principalmente quem acompanhou nos últimos 4 meses)... Enfim, obrigada por todos os emails, comentários, e visualizações (que não sei por qual motivo, mas só crescem!)...

Hoje escolherei duas músicas! =D Então pra quem gosta de ler os posts ouvindo música, hoje terá duas opções!

A que eu estou ouvindo agora é "It's time" do Imagine Dragons.
Escolhi essa porque ela soa muito bem aos meus ouvidos... e me estimula a escrever.


Contudo, a música que tem algum significado para o dia de hoje "We are never ever getting back together" da Taylor Swift. Então segue aí o vídeo e a letra.


I remember when we broke up, the first time
Saying this is it I've had enough
Because like we hadn't seen each other in a month
When you said you needed space, what?
Then you come around again and say
Baby I miss you and I swear I'm gonna change, trust me
Remember how that lasted for a day?
I say I hate you, we break up, you call me, I love you
You called it off again last night
But this time I'm telling you, I'm telling you,

We are never ever ever getting back together
We are never ever ever getting back together
You go talk to your friends talk to my friends talk to me
But we are never ever ever ever getting back together, like ever

I'm really gonna miss you picking fights
And me falling for a screaming that I'm right, and you hide away
And find your piece of mind with some indie record
That's much cooler than mine, uou called me up again tonight

I used to think that we were forever, ever
And I used to say never say never
So he calls me and he's like, 'I still love you'
And I'm just like 'this is exhausting'
We are never getting back together

-----------------

Nas últimas semanas estou leve, com um bom estado de espírito - como eu tenho demonstrado nos posts anteriores.
A felicidade é desvantagem quando se trata de inspiração... eu tenho dificuldade de escrever. Sinto que meus posts tornam-se vazios nessa ocasião.
Eu, tão apaixonada pelo caos, fico entediada quando tudo da certo né?

Como está a minha vida atualmente? Em paz né?
Meus maiores problemas são provas e perder peso. Considerando a maior parte das pessoas, isso não é problema.
É... já tem alguns - na minha humilde opinião, vários - dias que a vida está monótona demais.
Enfim, após 4 longos meses eu me acostumei com a ausência de ligações diárias - e no meu caso com ligações de muitas horas. Me acostumei com a ideia de não ter mais ninguém pra controlar, pra saber onde está, o que comeu, se foi pra aula, se pagou o cartão, se a roupa do serviço de amanhã ta limpa, se fez a barba, se ta estudando pra prova... enfim, acostumei-me em perder um pseudo-filho.
Estou me habituando a ir ao mercado sozinha - SIM, SOZINHA! Porque eu sempre fui com alguém no telefone sozinha. Me habituei a voltar da faculdade cantando... e feliz por assim estar.

As vezes fico pensando... Apesar de tudo que aconteceu no fim, acho que nunca mais vou viver uma história de amor tão emocionante como aquela. E que saber? Acho mesmo que nunca mais vou viver uma história de amor como aquela... Porque só hoje consigo enxergar como éramos doentes. DOENTES! Os dois... dois dependentes! Cada um com suas dependências... sufocando, controlando, ferindo... e se amando! Intensamente! Tudo que é exagero é ruim... E se tem uma palavra que eu possa resumir toda minha relação é 'exagero'. Sempre foi tudo demais: riso demais, choro demais, amor demais, raiva demais, festa demais, problemas demais... Sempre assim. Muitos altos e baixos!
E a cada problema, eu me envolvia mais! Era o meu combustível: resolver problemas!
Uma vez ele até disse: "Poxa, parece que quando eu to mais ferrado é quando você mais gosta de mim".
E era verdade.... era naquela situação que eu achava que ele dependia mais do meu amor, da minha atenção... Quando ele estava fragilizado, quando SÓ EU poderia resolver a vida dele....
E quando a vitória vinha, a gente pulava de felicidade. E era mais intenso, era MUITO amor, era uma delícia. E naqueles momentos parecia que nada mais poderia nos destruir...
Até virem os novos problemas...

Sinceramente, estou realmente considerando a possibilidade de escrever a nossa história. Não aqui no blog. Eu precisaria de tempo. Algumas coisas, principalmente a parte que aconteceu há 9 anos atrás, eu preciso rever... tenho escrito nos meus diários... Mas hoje eu não consigo lembrar de muitas coisas com detalhes, precisaria de ajuda. Como alguns já me disseram: "Essa é o tipo de história que a gente acha que nunca vai ver." Acho legal a ideia de documentar isso. Principalmente agora que eu não estou tão movida por grandes emoções... Consigo escrever mais imparcialmente.

Quanto a viver um novo amor? Olha, histórias de amor são lindas. Mas eu desisti de viver uma!
Deixa pro cinema, pra novela, ou pra qualquer outro.
História de amor linda, pra mim, é aquela que dois adultos que trabalham, que tem uma vida estável, solteiros, se conhecem um dia no banco, no bar com os amigos, no serviço, na igreja, qualquer lugar normal, e começam a se conhecer, se gostam, namoram, noivam, compram casa, cada um tem seu carro e sua vida particular, e se casam. Suas famílias aprovam, eles vão viajar, depois de um tempo tem filhos. Recebem os amigos nos fins de semana, tem contas pra pagar, familiares pra dar um apoio, e passam os domingos a tarde dormindo no sofá de casa.
Isso sim é uma HISTÓRIA DE AMOR! O resto meus amigos, é fantasia! O resto, eu já provei! E não quero mais! A minha 'história de amor' que os outros consideram 'historia de amor' eu já vivi. E abandonei o barco.
Quero sonhos palpáveis. Eu criei demais, acreditei naquelas histórias de cinema. E não deu certo!
Mas aaah... 'Você é muito nova ainda' (não tanto né galera?), 'você ainda vai encontrar um amor pra viver essa história'... Quer saber? To fugindo de problemas meu povo! Quero namoro de gente normal... é, um namoro mais ou menos mesmo.
To aprendendo a ser feliz com o que aparece... to descomplicando.
Aprendi a sonhar com o que eu posso ter, e não com contos de fadas.

É... essa foi a introdução do post! hahaha
Eu vim aqui por outro motivo hoje!

As vezes sinto que há 2 semanas atrás todas as minhas endorfinas estavam no pico, e que eu venho consumindo-as aos poucos... Tenho medo que o meu estoque esteja chegando ao fim.
Hoje senti-me um pouco mais quieta, pensativa, e tenho medo de ser uma nova fase ruim que está chegando. Estou lutando pra que não seja... não quero ficar triste de novo, eu não tenho mais motivos pra isso.
E quando essa quietude começa a se apoderar de mim, a minha mente começa a ferver em pensamentos, reflexões... e metáforas.

--------
A pedra do meio fio

Ela esta ali... entre dois mundos: A calçada e a rua.
Em ambos mundos existem pessoas diferentes... Brancas, pretas, altas, baixas, gordas magras, felizes e infelizes.
Na calçada pessoas passam com seus corpos indefesos, algumas caminhando apressadamente para cumprir as tarefas do dia-a-dia, outras estão apenas passeando sozinhas, apaixonadas, ou com seus familiares... E elas pisam sobre a pedra do meio fio, para atravessar pra outra calçada. Cruzando um mundo, para voltar ao seu.
Na rua as pessoas estão em seus carros, protegidas... contra o frio, o calor, a chuva... estão num estado bem mais confortável. E em seus carros, cada uma com um mundo em particular. Com dores, desafetos... As vezes rindo, as vezes chorando. As vezes sozinhas, outras acompanhadas. Algumas vezes ouvindo música, outras vezes em silêncio.

E então temos a pedra do meio fio.
Ela ali, que divide os dois mundos. Ela observa as diferenças sociais que existem dos dois lados. E ela não está nem aqui nem lá. Ela só observa.
Algumas vezes mais faz parte da calçada do que da rua, outras mais da rua que da calçada.

Ela é fundamental para organização desses mundos. Ela é a conexão, mas também a separação destes dois mundos.
Em dias de chuva, ela fica úmida, e mais fria que o normal. E nesses dias as pessoas que andam na calçada passam longe dela, pois podem se molhar com a água que os carros fazem respingar quando passam em alta velocidade.
Em dias de sol, elas tornam-se aquecidas, e os carros costumam estacionar próximo à elas.
As vezes vem o moço da limpeza, e varre toda a sujeira acumulada ali embaixo embora.

E as vezes a prefeitura decide que ali não é local de estacionar... e pinta com uma tinta amarela a pedra.
E nenhum carro mais estaciona lá. E então só sobram as pessoas da calçada para dar devida importância a pedra.

De repente há uma mudança no trânsito, e pintam uma faixa branquinha, novinha, naquela pedra do meio fio. E agora os carros param... as vezes batem nela até. As vezes quebram uns pedacinhos delas, mas a prefeitura volta, e arruma.
E aqueles dois mundos aproximam-se mais uma vez.
E ela não esta mais só.

Acontece que no fim, todos pisam na pedra, pintam e despintam a pedra, ela fica seca, molhada, fria, quente... mas é uma pedra, dura e firme. E mantem-se ali. Pois ela é importante, e precisa estar ali.

Ela é capaz de suportar as mais diferentes mudanças... ela tem que se adaptar as diferentes situações, e acaba sofrendo consequências de coisas que ela não fez, ela é a conexão entre dois mundos diferentes...
Ela só está ali, tentando exercer seu papel nesses mundos loucos.
 Mas no fim, ela é só mais uma pedra no meio fio.

--------

Talvez eu não tenha conseguido escrever tudo que eu pensei hoje, quando comecei a refletir sobre a pedra no meio fio. É falar um pouco de mim, e viajar um pouco...
Não gosto muito de ficar editando os posts...
Por hoje, fico por aqui.

Até a próxima galera!

(2 dias para o meu aniversário!)

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Mudando o foco!

Hello pessoal! =D
Tudo em cima por aí?

Por aqui tudo excelente!

A música de hoje é antiiiga! Hahahaha Mas o que vale é a intenção! Coloquei a versão dos Raimundos, porque é um pouco mais a minha geração!


Você já sabe, me conhece muito bem
E eu sou capaz de ir e vou muito mais além
Do que você imagina...

Eu não desisto assim tão fácil meu amor
Das coisas que eu quero fazer e ainda não fiz
Na vida tudo tem seu preço, seu valor
E eu só quero dessa vida é ser feliz
Eu não abro mão...

Nem por você, nem por ninguém
Eu me desfaço dos meus planos
Quero saber bem mais
Que os meus 20 e poucos anos...

Tem gente ainda me esperando prá contar
As novidades que eu já canso de saber
Eu sei também, tem gente me enganando
Ah! Mas que bobagem, já é tempo de crescer...

Há 7 dias do meu aniversário, de 20 e poucos anos, achei eque essa música tornou-se ideal para o momento!

Em breve fará 4 meses também que todos os meus planos de vida mudaram! Mas não quero falar muito disso. Agora é hora de mudar o foco.
Mas já que eu toquei no assunto, breves explicações:
Minha vida amorosa está bem boa! Hahaha Não posso ficar contando aqui por enquanto. Está tudo saindo melhor do que eu imaginava. 
Como eu já arrumei muita confusão por falar demais... vou ficar quietinha dessa vez, e ver como as coisas andarão! Por hora, estou consideravelmente satisfeita!

Há 7 dias do meu aniversário eu só posso chegar a uma conclusão: ESTOU FELIZ! =D
Feliz como eu achei que nunca mais fosse ser! Lembro dos dias e noites de lágrimas, de dor, de solidão, de desespero. Dias que eu achei que nunca mais seria feliz! E aqui estou eu! 
Vivendo cada dia intensamente! Curtindo cada momento, sabendo usar os fatos a meu favor! 

Aos poucos vou deixando de dar valor a informações que não me acrescentam nada, que só alimentavam um sentimento ruim, de raiva, de tristeza. 
To aprendendo a ser mais seletiva... E isso não significa tratar as pessoas mal, isso significa colocar filtros. Filtros para as coisas que eu ouço, direção para as coisas que eu vejo, e escolher com quem eu ando.

Essa semana foi sensacional. 
Fui pro bar algumas vezes, tomei gellato quando pude! 
Fui pra terapia, pro grupo. Ri mais! Até dançar eu dancei! hahaha
Atendi meus pacientes queridos, estudei um pouco... Ah, foi tudo tão perfeito!

Na segunda tava meio deprê sabe? Daí dobrei meus joelhos, como não fazia há algum tempo, e conversei com Deus... Mais uma vez entreguei minha vida às mãos dele! E não é que deu resultado!??

Nesta semana soube de um notícia maravilhosa! Meu trabalho de iniciação científica, que é também meu TCC, foi escolhido como os 10 melhores trabalhos da PUC neste ano (entre mais ou menos 900 trabalhos), e eu vou apresentar no SEMIC concorrendo ao primeiro lugar! Tem noção do que é isso? 
Isso é MUITO MAIS DO QUE EU QUERIA! 
Eu só queria apresentar meu trabalho... ter conseguido a bolsa do CNPQ já foi demais pra mim. E agora essa! 
Eu não quero o primeiro lugar, de verdade! Ajudei pessoas que passaram meses em laboratórios operando ratos, coelhos... acho justo que alguém assim ganhe o primeiro lugar. Que seja feita justiça também né?
Mas adorei ter meu trabalho premiado!

Na segunda eu rezei, conversei com Deus com tanta fé. E na terça recebi essa notícia. Sabe qual foi a primeira cisa que disse quando soube?? "Meu Deus!"... E eu sai dali e fui pra igreja, me ajoelhei para agradecer. Sabe por quê? Por que pra mim essa foi a resposta de Deus! Foi um "Calma filha, Eu estou aqui!"
E é assim que eu tenho me sentido... abençoada!

Deus está no controle. E cada dia mais eu seu disso. As coisas estão dando certo!
Me sinto livre, me sinto corajosa! To tão feliz! Eu estou LEVE! Carregando somente os meus problemas! E isso me traz uma paz imensa!

Hoje eu só queria vir aqui dizer isso. Registrar a minha satisfação com a minha vida.
Feliz por estar compreendendo o plano de Deus pra mim.
Feliz com o livramento que recebi, e como eu estou MUITO MELHOR agora!

Hoje agradeço demais a Deus por tudo que está acontecendo...
e que eu nunca mais perca meu chão, que eu nunca mais perca a minha essência. 

Aaah, tem tantas outras coisas que eu queria contar! xD Mas não posso =(

Por hoje é só. Vou pro bar agora!

Vamos lá, em contagem regressiva! =D=D=D

Muita luz, muita paz, muita felicidade a todo mundo que visita a página!
VIVA VIVA VIVA! 

domingo, 15 de setembro de 2013

Meu novo mundo


Eu não vou pro inferno, eu não iria tão longe por você
Mas vai ser impossível não lembrar
Vou estar em tudo em que você vê:
Nos seus livros, nos seus discos
Vou entrar na sua roupa
E onde você menos esperar
Eu vou estar

Eu não vou pro céu também
Eu não sou tão bom assim
E mesmo quando encontrar alguém
Você ainda vai ver a mim

Embaixo da cama, Nos carros passando
No verde da grama, Na chuva chegando
Eu vou voltar;


Olá lindos e lindos - é só pra quem é lindo e linda! hahaha
Bom dia!

Cá estou eu para mais um vez escrever as dores e satisfações que passam em meu coraçãozito.

A última semana foi relativamente boa, considerando tudo que aconteceu, acho que eu reagi de maneira mais firme. Não me entreguei.

Ontem a noite eu sai, fui pra uma festa na casa de uma guria aqui em Curitiba. Apesar de algumas intercorrências, foi bem bom. Ri DEMAIS!
Ri, cantei, contei história, andei pelas ruas de Curitiba na madrugada, conheci varias pessoas. Foi BEM divertido. Cheguei em casa já estava amanhecendo o dia!

Ontem teve uma hora que bateu uma deprê em alguns períodos saca? ... Mas eu to numa fase tão boa, que é impossível me deixar levar por esse sentimento!

Ontem, sai da casa num momento, sentei no meio fio, e cara... mais uma vez tive a sensação que ali era o meu lugar. Era ali que eu deveria estar, conhecendo aquelas pessoas, num lugar completamente novo pra mim, numa noite linda de Curitiba. Hoje sim, eu entreguei minha vida nas mãos de Deus.
Onde que, há 3 meses atrás, eu iria pensar que era ali que eu estaria?

As vezes me pergunto "Deus, por que eu to tendo que viver isso de novo?"
Eu fui jogada nessa vida de agora, eu não decidi vivê-la. Eu simplesmente não tive opção.
Eu queria casar e ter filhos, ter uma vida normal.
As vezes me sinto super velha, não queria mais isso pra mim saca? Essa vida de festas, gente bêbada, pegação... Isso não é pra mim. Eu nasci careta demais pra tudo isso, e não tenho mais 18 anos!
Ter contato com homens...
Desde que comecei a namorar, perdi contato com meu amigos homens.
Dai é estranho voltar a ter esse tipo de relação.
Abraçar, brincar, dar beijinhos, ganhar beijinhos. hahaha E levar socos dos amigos delicados também!
No começo eu tive muita apreensão, agora até levo bem.
E isso me traz uma vantagem, hoje eu me sinto muito mais segura em falar com os Médicos do hospital! haha

Mas assim que tenho esse pensamento, penso na missão, no destino... E rapidamente a dor vai embora.
Quando eu começo a pensar nessas coisas fico imaginando que tem alguém com um script, e que o meu papel já está no meu íntimo, e eu só estou atuando no próximo capítulo.

Hoje já não choro por ter terminado meu namoro. Aliás, desde o dia que ganhei meu escapulário, nunca mais chorei =)
Hoje eu tenho plena certeza que não perdi nada. Que ficar sozinha é melhor.
E eu vou parar de chamar aquilo de namoro, vou começar a chamar de erro.
Nessa semana enfim, eu consegui me desvincilhar de tudo. Separei todas as fotos, presentes, cartas, tudo. E já tenho um destino pra elas. Tirei tudo que tinha dele no meu face. Apaguei todos os emails que eu já escrevi e recebi dele. Apaguei todas as fotos que tinha dele do meu pc. TUDO. Dessa história eu não quero nem lembrar.

Observo um pouco mais friamente o que foram esses 3 anos e meio.
Sempre quis contar essa história!

Há 3 anos e meio eu estava solteira, me divertindo horrores.
Mas creio que toda pessoa solteira é meio carente. A gente tem pegação de fim de semana, mas da saudade daquela companhia do meio da semana.
De repente recebo um ligação, e marcamos um encontro.
Uma pessoa que é casada, e não exita em ficar comigo. Não pensa que outra pessoa sofreria caso descobrisse tudo.
Uma semana depois, literalmente, essa pessoa abandona a vida conjugal, para 'ficar comigo'.
Chega, cheia de problemas, sofrendo, dizendo que ta triste e tomando várias medicações para 'se controlar'. Diz que tinha muita pressão na vida, e todo dinheiro que tinha era gasto com a família.
Diz que não aguenta mais o emprego onde trabalha e começa a faltar. Diz que quer viver, algo que não tinha feito até aquele momento.

Os primeiros dias foram estranhos pra mim.
Lembro da primeira vez que foi falado em namoro... Eu ainda não queria!
Eu gostava da minha vida de solteira, gostava da minha vida de liberdade, diversão, gente bonita, ser de todo mundo e todo mundos ser meu também!
Mas ele queria namorar comigo. Me deixar 'solteira' era perigoso.
Eu tinha certeza que não gostava dele a esse ponto.
Mas ah, eu tava solteira, o que poderia perder?
Ele tava ali, 100% pra mim, com promessas de amor e paixão, e uma vida amorosa cheia de riscos adolescentes!

E aceitei. E aí começou o erro!
Desde o princípio eu percebi como ele costumava contar umas histórias que não tinham muito sentido. Mas eu sempre arrumei desculpa pra todo erro que ele cometia.
Ele me disse que já tinha traído a ex em outras situações, mas que era porque ele estava muito carente. E eu pensei... Ah, isso nunca vai acontecer comigo!

E seguimos no 'erro'! Tudo era tão bom no começo!
E aqui entra o momento que as vezes eu penso, que eu posso hoje estar pagando por isso.
Existia uma pessoa que sofria com toda a situação!
Quer maior maldição que essa? Você ser feliz e saber que CAUSOU a dor de outra pessoa!?
Não existe sombra, não existe fantasma pior que este.
Mas eu nunca fui briguenta em relação a isso. Morria de medo dele voltar pra ex. Mas eu me sentia muito mal pela situação. Tinha uma criança envolvida em tudo. E eu me sentia muito triste por causar isso. Me sentia culpada. Pensava que se eu tivesse dito não, a vida seguiria como antes.
É horrível você ser feliz com alguém, e na mente dos dois ter uma sombra que sofre.

Mas eu tentei fazer as coisas da melhor forma possível.
E daí me apaixonei.
Me apaixonei por uma tonelada de problemas! Eu adoro resolver problemas! Ali era excelente.
Eu tinha o controle de tudo. Do trabalho, da faculdade, do cartão do banco, de tudo!
Era tipo um jogo de videogame bem legal.

E os meses se passaram, e características da personalidade 'adulta' dele, que não tinham quando adolescente, vieram a tona, e puseram meu sentimento a prova.
Eu eu comecei duvidar se era aquilo que eu queria pra mim.
Muitas mentiras! Eu não aguentava ouvir tudo aquilo e ficar calada.
E vieram as primeiras brigas.
Mas era TANTA confusão. E o caos me atraía. Eu queria que os problemas fossem resolvidos.

Terminamos algumas vezes durante os 3 anos e meio. Mas nada muito além de 2 dias e tal.
Eu fiz muita ruindade também, não nego.
E hoje vejo que este fim só veio pra me fazer amadurecer quando se trata da maneira de se relacionar com as pessoas!
Eu sempre soube que era uma vida muito diferente da minha.
Sem preconceitos, dentro de casa era dificil aceitar.
Não era essa estrutura familiar que eu desejei pra mim. Meus pais, muito mais experientes que eu, em alertaram do perigo de tudo isso. Mas quando a gente ta apaixonada colega, nada enxerga. A pessoa pode passar o sábado a noite com o celular desligado, chegar com marca de batom no pescoço, que você vai acreditar que ela estava dormindo, e aquilo é fruto da sua imaginação.

Quando o erro acabou, eu fiquei me perguntando a Deus por que eu estava passando por aquilo.
Hoje vejo que Deus me deu INÚMERAS chances pra pegar minha malinha e abandonar aquela viagem, porque ela não iria mudar! Foram muitos erros! Havia amor? Sim, claro! Mas isso nunca o impediu de mentir, isso faz parte da natureza dele.
Deus me mostrou muitas chances, colocou no meu caminho outras pessoas que me ofereciam uma vida mais estável, mas feliz. Mas eu quis ficar lá, presa ao erro.

E Deus, no seu ato de maior bondade e benção, me tirou a força daquela relação.
Eu sofri? Sim!
Mas foi o dia do Pai me puxar a orelha. Ele chegou na festa e falou "Aline, pra casa agora".
E nós tivemos várias conversas. E se eu chego aqui hoje pra dizer isso, é porque tenho certeza que isso foi um livramento pra mim.

Sinto falta do contexto, mas não do que me fazia mal.
Sinto falta da família dele, dos primos que eu gosto tanto, de algumas tias. E só.

Não falo aqui para julgá-lo, acredito que as pessoas podem mudar. Mas para isso elas tem que querer, e se esforçar. E de verdade, minha vida está bastante ocupada para eu ver onde essa história vai dar.

Hoje vejo uma situação extremamente semelhante àquela de 3 anos e meio atrás.
Vejo a história se repetir. Mas eu sou a 'outra'. E sem um filho graças a Deus!
Hoje eu to olhando de fora.
Hoje to na pele de quem já viveu tudo aquilo.
E se conselho fosse bom, a gente vendia né?

E esse foi mais um resumo do que eu chamei de amor.

E hoje, 15 de setembro, eu estou onde eu deveria estar.
Aprendi muito com tudo isso.
E também sei, que eu sou muito maior que tudo isso!
Queria ter aquele controle do Click agora, para passar pra daqui 2 anos... e ver.
Mas já que não tenho, vou ficar aqui e curtir meu domingão ;)

Beijos, até a próxima!

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Quem é de verdade sabe quem é de mentira

Olá Seres Humanos lindos! Boa Noite! =)

Adoraria postar mais  vezes no blog... Talvez isto fizesse posts mais vazios, mas em um post semanal eu não consigo expressar a instabilidade emocional que eu sinto - e adoro.

Cada dia é um dia, em um minuto todas as minhas emoções podem, de repente, mudar!
E nos últimos dias foram tantas...

Isso me remete aos tempos antes de eu começar a namorar. Lembro da adrenalina, da aventura de cada dia, de cada ligação 'não identificada' hahaha... Isso são coisas que a só a vida de 'solteira' podem trazer.
Nem bom, nem mau, mas louco! Com suas vantagens e desvantagens, estou começando a apreciar.

Voltei da faculdade agora a noite com a pretensão de postar aqui no blog.
Vim pensando no caminho qual música escutaria para escrever... Hoje fiquei ouvindo muitas músicas, pra ver se algo encaixava aqui.

Daí estava refletindo sobre a morte de dois músicos que, de certa forma, contribuíram para a trilha sonora da minha adolescência: Chorão e Champignon. Então resolvi escolher uma música do Charlie Brown Jr. Fui procurar uma música agora e vi que o título do último disco deles é 'Música Popular Caiçara'... daí fechou!

Nasci em Santos e não moro lá. Mas cresci em Santos, estudei em Santos, boa parte da minha vida e da minha história foi escrita nessa cidade. E eu conto os dias para voltar pra lá.
Lembro da minha pré adolêncencia, aos 11 anos mais ou menos, quando estava em alta Raimundos, Los Hermanos, Charlie Brown, Red Hot, The Offspring.... foi aí que eu comecei a conhecer o mundo do Rock.
Nunca fui de ouvir rock muito pesado, gosto dos suaves. Mas lembro de uma fase muito boa com esse som.

Do Charlie Brown acho que a mais comum no meu cotidiano era "O coro vai comê" e "Proibida pra mim", e mais a frente, já no início do ensino médio, acho que era "Como tudo deve ser".

Hoje escolhi pra cá Pontes Indestrutíveis... mas estou fazendo o post deixando rolar as mais conhecidas da banda.


"Buscando um novo rumo que faça sentido
Nesse mundo louco
Com o coração partido eu tomo cuidado
Pra que os desequilibrados não abalem minha fé
Pra eu enfrentar com otimismo essa loucura

Os homens podem falar, mas os anjos podem voar
Quem é de verdade sabe quem é de mentira
Não menospreze o dever que a consciência te impõe
Não deixe pra depois, valorize a vida!

Resgate suas forças E se sinta bem
Rompendo a sombra da própria loucura
Cuide de quem corre do seu lado
E quem te quer bem
Essa é a coisa mais pura

Eu faço da dificuldade a minha motivação
A volta por cima vem na continuação
O que se leva dessa vida  
É o que se vive, é o que se faz
Saber muito é muito pouco
"Stay Will" esteja em paz

Viver, viver e ser livre
Saber dar valor para as coisas mais simples
Só o amor constrói pontes indestrutíveis"


Então após essa longa introdução, vamos aos fatos.
Na última semana minha mamãe veio ficar comigo aqui em Curitiba. Foi muito bom dividir quarto com alguém, fazer as refeições com companhia e acordar com o café da manhã na mesa.
A desvantagem foi que eu esculachei com a minha dieta - que até então andava tão bem!
Mas já voltei ao meu rumo!

No fim de semana fui pra casa. Pela primeira vez desde que eu fiquei 'solteira' fui pra casa suave, sem aquela cobrança de 'preciso ir pra balada', ou 'preciso sair com a galera'... Fui naquela de: se não tiver na pra fazer, eu vou é dormir. Conclusão: tive um sábado ótimo!
Fui a compras a tarde, fiquei com a minha família, visitei quem eu precisava visitar e a noite fui dar um role na praia com uma amiga. O Guarujá estava lotado - apesar do feriado ser no sábado - e foi gostoso ficar andando no meio daquele povo, bonito, rindo... e me fez sentir muito bem.

Neste último sábado dei um super role de carro, ouvindo música boa, na orla da praia.
E fiquei pensando em como as coisas aconteceram nos últimos meses. E em como, apesar de eu ainda sofrer, já consigo aceitar melhor que tudo ocorreu em seu tempo.

Parece que sábado, quando eu estava ali, andando devagar, sozinha, com a vista do mar... parecia que naquele momento era daquele jeito que eu deveria estar, naquela hora. Ali era o meu lugar!
Senti como se o universo tivesse conspirado para aquele momento. Como se tudo que eu tivesse feito nos últimos meses só me pudesse me levar até ali.
Eu estava em plena sintonia comigo mesma. Eu tava feliz!

Eu tive a oportunidade de tirar minha habilitação aos 18, e não quis. Tirei com 22, e só comecei dirigir aos 23... Passei um ano namorando, e habilitada. E NUNCA peguei o carro.
E hoje eu sinto uma paz tão grande em dar meus 'roles' sozinha... Tinha que ser assim!
Eu não deveria ter companhia neste momento.
É gostoso sair sem rumo, afim de pensar na vida. Sem ter preocupações, sem ter que voltar pra casa pra encontrar alguém.

MAKTUB, estava escrito não é?
E o aprendizado? Eu aprendi tanta coisa nesses últimos meses. Tantas máscaras caíram!
Eu tive que lidar com sentimentos que nunca havia sentido antes.
Apesar de TODA a minha loucura, apesar do meu descontrole, eu aprendi a me controlar tanto.
Olhei-me no espelho. Vi grandes defeitos na minha personalidade, e estou aqui, me esforçando pra mudar, para tornar-me uma pessoa melhor. PARA EVOLUIR.

E relacionamentos amorosos? Considerando a minha personalidade de uma 'mulher que ama demais' em recuperação, eu preciso conhecer um pouco mais sobre mim, e como me controlar, para entrar num relacionamento novamente.
Tenho alguns affairs por aí, mas eu me tornei lerda demais nesse quisito. Hahaha
Mas as coisas estão andando mais rapidinho agora ;)
"A dor do amor é com outro amor que a gente cura"? Veremos em breve! hahaha

Eu to numa outra vibe hoje.
To começando a curtir essa nova fase.
Se eu me sinto sozinha? Bem menos! Agora estão começando a aparecer as vantagens.
Eu to adorando minha liberdade, meu desapego.
Me sinto consideravelmente irresponsável, o que me desagrada um pouco... mas chega! Coloquei regras demais na minha vida, e não adiantou nada.

Entendem por que eu gostaria de escrever todos os dias?
Porque esta é a Aline de hoje, 10 de setembro! Amanhã eu posso estar pensando diferente...
As minhas conclusões são criadas - e modificadas - de acordo com as novas evidências que aparecem. E eu estou em constante mudança.

Desde que terminei meu namoro acabei reencontrando-no algumas vezes.
E a cada reencontro mais coisas eu descubro, e mais distantes nos tornamos.
É engraçado. Hoje toda aquela intimidade se foi.
Hoje não sei o que esperar dele, hoje ele é parcialmente desconhecido pra mim.
O jeito de falar, a forma de pentear o cabelo, de se vestir, de olhar... em 3 meses: tudo mudou!
Em 3 meses ambos conhecemos pessoas novas, e desenvolvemos hábitos diferentes.
Perdemos a sintonia....
E não adianta! Declarações de amor, pesar, arrependimento... Isso não modifica os fatos.

Nestes 3 meses eu perdi grande parte da minha inocência, e aprendi acreditar que algumas pessoas realmente não tem remorso.
É como eu já disse aqui um vez: Prefiro pensar que são pessoas menos evoluídas intelectualmente, incapazes de refletir e concluir que estão causando dores aos outros, e que outras pessoas descobrirão as farsas que existem ali. E que um dia, essa pessoa irá sofrer as consequências de atitudes tão medíocres.

E confiança? Pense em algo perdido!
Pensa em alguém que faz um discurso lindo, cheio de romantismo e arrependimento e por dentro você está pensando "Hum, é mesmo?".
É como dizem: "Se te enganares uma vez, a culpa é de quem te enganou, se te enganares novamente, a culpa é sua". E não é que aprendemos?
Sabe quando um 'eu sinto saudades' não estimula nem a linfa do seu ouvido interno?
Pois é, estou bem assim.

Mas enfim, no fim de semana nos encontramos, e foi a mesma história de sempre...
Aliás, não foi não.
Desta vez eu tava muito de bem com a minha vida!
Tava rindo, brincando, estava sendo eu. Sem dependência de aprovação dele.
Não era liberdade que ele queria? Pois bem, neste sábado EU estava livre!

Na verdade eu nem sei porque o encontrei. Mas ah, já ta feito, dane-se. hahahaha Fiquei, gostei, e fim. Eu fiz o que EU tive vontade. Eu coloquei os MEUS limites. E estou bastante satisfeita com isso.

No domingo almocei com a família, saí pra ver minha avó, minha prima, e depois fui na casa de uma amiga. Encontrei meu ex na rua com duas gurias já conhecidas. Foi... vejamos... Divertido! hahaha

No fim da tarde ainda busquei um velho amigo, e tivemos um papo muito bom.
Depois voltei a Curitiba.

Ontem fui por bar. SIIIM, PRO BAR! hahahaha
Já era tempo de eu curtir o que chamam de faculdade né?
Conheci uma galerinha lá, bem susse, bem agradável.

Depois sai e fui pro grupo, foi uma reunião bastante proveitosa.
E lembrei do primeiro dia que eu sentei ali, como eu me sentia triste. E hoje, como estou tão melhor.

A minha semana ta maravilhosa!
Ta um tempo delicioso em Curitiba, até acordar cedo tá legal! hahaha

Aaah, lembrei de uma coisa: Eu ganhei um escapulário da minha mamãe... e eu queria TANTO!
Quando eu comecei a namorar eu tinha um, era meu escapulário protetor, e afim de proteger outra pessoa, dei para ele.
Agora eu precisava da minha proteção de volta. E já a tenho. =D

Aaah, tenho surpresas também!
Em breve escrevo aqui. Ainda não é hora!

Bom galera, é isso.
No fim de semana tem Lulu Santos no Guairão! Estarei lá pra curtir meu divo!

Boa Semana a todos!
Até Breve!