sábado, 30 de novembro de 2013

Paixão

Boa Noite!

Após um enorme cerimônia (comer, assistir filmes, falar com a família, organizar as coisas da liga, e equalizar o som do computador), aqui estou mais uma vez para escrever.

Desde ontem estou querendo escrever, mas não tinha encontrado momento propício para isso.
Enfim, sexta feira, à 00h53 inicio este post.

Tanto queria escrever, e agora não sei como começar este post. Hahaha
Comecemos com a receita de bolo então.

Música do dia: Sweet Disposition - Temper trap.
Por quê?
 Ah, a letra em si não diz muita coisa... Mas num trecho dela o cantor diz palavras únicas, que juntas tem significado.
Palavras únicas. Momentos únicos. Curtos e intensos o suficientes para fazer com que você jamais se esqueça dele. Essa é a ideia inicial deste post. Paixão. Não é a toa que este é meu sobrenome. Faço bastante jus à ele.
Mas, além disso, essa música foi trilha sonora do Verão de 2010-2011, quando eu trabalhei no Café. Tinha minha fiel companheira, a Karine Magalhães... Que mesmo na Itália neste momento, é super presente em minha vida.
Contudo aquele verão foi inesquecível em muitos sentidos. Eu era apaixonada pelo Café, apaixonada por aquela vida de baladas (mesmo trabalhando). Eu ria muito, eu namorava, mas sempre paquerava na portaria! Brigas épicas eu tinha naquela época! Era muita cachaça na cabeça do povo.
Era TÃO intenso. Cada fim de semana era inesquecível. Cada fim de semana haviam mil novas histórias pra contar. E eu passei a amar a estrada do pernambuco, a praia do pernambuco, o sofitel jequitimar, a padaria tentação... Quantos cafés da manhã eu tomei lá antes de vir pra casa?! Nem sei dizer. Sei que foi um sonho vivido.
Enfim, está aí a música....


....A moment, a love, a dream, a laugh
A moment, a love, a kiss, a cry
Our rights, our wrongs

Just stay there, 'cause I'll be comin' over
And while our bloods still young
It's so young, It runs
And we won't stop til it's over
Won't stop to surrender...

Creio que esta é a ultima vez que vou escrever aqui antes de acabarem minhas aulas. Nesta semana que entra terei muitas provas, e na próxima eu me mudo, então não acredito que terei muito tempo para vir aqui escrever de novo.

Há uns dias tenho refletido, sobre meus sentimentos... Sobre a minha mudança de humor, e de comportamento até.
Fiquei pensando sobre como eu me sinto... Eu tenho o hábito de me ignorar no dia a dia. Cumpro tarefas, e fim.
Mas ultimamente tenho andado (literalmente). E nessas caminhadas refletido sobre mim.
Não tenho ido mais à terapia (algo que me agrada, não aguentava mais as sessões), mas admito que fica difícil refletir sobre os meus atos, sozinha.
Semana passada toquei um foda-se em algumas coisas. Falei pra algumas pessoas meus verdadeiros sentimentos. Cansei de ser bobinha, boazinha. Eu não sou perfeita, e nem idiota. E deixei bem claro isso.
As vezes me pergunto o que algumas pessoas pensam de mim. Será que acham que eu não tenho raiva também? Vêm, dançam sobre a minha tristeza, falam o que bem querem, e esperam que eu ainda diga "Ah, tudo bem, Deus tá vendo"... ¬¬' Poupe-me né?

Mas enfim, PAIXÃO.

Meu sobrenome, meu apelido. A palavra que me segue (e persegue) desde o dia em que eu me entendo por gente.
 - Esse é seu sobrenome de verdade?
 - Nossa, que lindo seu nome!
 - Pense no que essa menina é capaz..? E com esse nome
 - Paixããão?
 - A paixão me pegou, tentei escapar nem consegui
 - É o fogo da paixão
 - Óleo de banho Paixão
 - Paixão é fogo (propaganda da Bic)
 - Dra. Paixão
 - Paixão é bom, mas dura pouco

E por aí vai...
E eu sou uma pessoa constantemente apaixonada. Se não tem paixão, eu não estou ali
Eu sou movida por isso.
Paixão é aquela coisa que te tira o folego, que lacrimeja teu olho, que balança tuas pernas.
Paixão é aquele sentimento que te faz dormir e acordar pensando, que te inspira e te instiga, que te faz rir e te faz chorar, que te faz amar, e no segundo seguinte, odiar.
Paixão é algo com data pra acabar! Mas não acaba...  Se esvai. E para que este FOGO, como chamam, permaneça vivo, é preciso uma abanadinha na fogueira... E em chamas ele brilha novamente.

Eu sou uma eterna apaixonada. Apaixonada por gente, por sentimento... Por INTENSIDADE! Seria isso juventude? Hormônios? Ou eu mesma?
Sou apaixonada por pessoas com largos sorrisos, e grandes lágrimas. Pessoas que gritam, que xingam, que choram, que pulam, que sorriem, que festejam, que comemoram!
Me pergunto se, como um pâncreas exposto à altas doses de glicose, meus sentimentos um dia também entrarão em falência... E temo à isso.

Eu sou um vulcão em erupção... Esperando apenas o momento certo pra explodir.
Se é pra chorar, eu choro! Se é pra sorrir, eu rio! Se é pra viver eu vivo, e se for pra morrer, porque não dramatizar?!

As vezes sinto que tem tanta energia dentro de mim, que parece que vou transbordar!
E as vezes transborda... Em todos em volta de mim.
Maaaas, se houve algo que eu aprendi, foi a dar a cada um o que cada um merece (como uma única exceção, se é que vocês me entendem). Sei transbordar, mas me contenho quando é necessário. E muitas vezes deixo o veneno escorrer, e não coloco bico dosador.

Eu posso ser um anjo se você merecer, mas também sei fazer coisas que muitas pessoas teriam medo.
Não me dê ideias... A minha mente costuma corrigir seus defeitos, e transforma-las em projetos criáveis, e controlar-me para não executá-los muitas vezes é um trabalho difícil. Se eu me apaixono pela ideia, não descanso enquanto não vê-la pronta!

Paixão...
Ok, sei que já cansou, mas eu preciso falar - ah, faz tempo que eu não falo disso vai?

Faz tempo que eu não falo nada do meu último relacionamento.

E parece que aquele 26 de maio foi ontem. Mas já se passaram 6 meses. E há exatos 6 meses eu estava voltando desesperada pra casa para saber o que fez com que ele pedisse um tempo.
Quando o reencontrei ele estava 'trabalhando' na loja, eu cheguei de carro, dirigia muito pouco ainda naquela época, estacionei bem mal o carro em frente a loja, e olhei para ele através do vidro do carro. Ele abriu um grande e amarelo sorriso de covinhas. Mas os meus olhos eram tristes, e frios. E eu não sorri. Desliguei a música, desliguei o carro, desci. Fui ao encontro dele no balcão da loja... E ele me disse: "Entra aqui, vem ficar aqui comigo", eu respondi: "Aí? Depois de tudo que você me disse ontem?" ... Ele abriu a portinhola do balcão, me pegou pelo braço - sorrindo - e me puxou para dentro.
Pegou as chaves do carro da minha mão, colocou no balcão e me deu um abraço apertado... amaciou meus cabelos e disse ao meu ouvido "Desculpa. Mas quando eu fico perto de você, eu sei que é você que eu amo." ... E lágrimas já corriam pelo meu rosto. Eu não sentia amor naquele abraço. Sentia tesão vindo da parte dele! Não era amor que ele queria... Eram outras coisas.
E cada pedaço de mim doía. Ele parecia aéreo. Agitado. Parecia alcoolizado. Falava rápido, mudava de assunto muito rápido, não terminava as ideias. E mais uma vez puxou-me pelo braço para os fundos da loja. Apoiou-me numa prateleira e tentou me seduzir, como fez tantas outras vezes. Ele sabia que aquele era o meu ponto fraco, e o ponto forte dele.
Mas não dessa vez. Dessa vez havia uma sombra. Havia outra pessoa. Não adiantava negar. Por mais que ele dissesse não, eu sabia, EU SENTIA! Ele estava muito alegre, eufórico, e tudo que eu dizia à ele, ele retrucava com grosseria.
Aquele não era o homem com quem eu namorei. Não era este homem que tinha tanto medo de ficar sozinho. Eu sabia, quando vi suas atitudes, que ele só estava daquele jeito porque se tudo desse errado ele já tinha pra quem fugir.
E o afastei. E tive nojo. E naquele momento o que eu mais queria era sacudi-lo e dizer: "Olha no que você transformou nossas vidas?! Olha o que você fez com você?"... e outra parte de mim sentia vontade de dizer: "Olha pra mim meu amor. O que tá acontecendo? Volta!".. Mas não consegui. Não naquela hora.
E sem mais palavras, peguei a chave do carro do balcão e saí dalí.
Antes de sair ele veio ao vidro do carro, e pediu um beijo... Mas ele estava fedendo, à cigarro. Muito forte! E eu odeio cheiro de cigarro!... Eu neguei, e disse pra ele sair do carro... Ele pediu de novo, e de novo, e implorou. Mas eu não consegui. ELE RIA! Era sarcástico! E eu sai com o carro...
Esse foi a realização do começo do fim...
Em pensar que num futuro pouco a diante eu descobri que ele já levava 'a outra' na loja, e mesmo assim nos reencontramos, em algumas tardes, e algumas noites... E aquela paixão, que deixa as pernas bambas, e o coração acelerado, que nos faz amar e odiar, percorreu nossas veias por algumas horas depois disso. E muitas vezes, MUITAS vezes, eu vi os olhos dele brilharem novamente por mim. Mas naquele momento os meus já não brilhavam mais.

Acho que eu nunca tinha escrito sobre isso antes.
Foram tantos encontros depois deste. Foi o início de uma guerra, onde não houveram vencedores, e apesar de termos terminado há 6 meses, a última vez que ficamos juntos foi no feriado de 7 de setembro. Exatamente quando completou-se 9 anos do dia que ele foi "pedir" para o meu pai para namorar comigo.

Me faz bem relembrar.
Estava até conversando com uma amiga sobre isso.
Eu sou apaixonada... Não por ele. Mas pela história que vivemos. Por cada momento, cada detalhe. Cada subida e descida. Cada emoção. Como um artista egocêntrico, sou apaixonada pela 'minha obra prima', porque admito, TUDO, TUDO foi fruto da minha criação. Eu  nunca fui apaixonada pelo homem que havia dentro dele, fui apaixonada pelo homem que eu criei. E mantive minha fantasia, porque abandoná-la era admitir que o projeto era falho. E até então, eu não errava!

Eu sou apaixonada pela história de amor que vivi, e como uma boa história, as vezes gosto de trazê-la a tona, e relembrar os melhores momentos. E tenho uma lista infinita deles...
A vantagem é que, apesar de saber que aquilo foi fruto da minha criação, algumas pessoas se beneficiaram dela, e se tem algo que eu não tenho dúvidas é que, se os grandes momentos foram bons pra mim, foi recíproco do lado de lá. Então de certa forma, sei que deixei minha marca.

Algumas coisas nunca serão ditas, fica aqui e lá, pra sempre. E ninguém mais precisa saber.

Outro dia alguém me disse: "Cruzes Aline, eu não queria ser namorada de um ex seu" hahaha
É nem eu queria ser também! rs
As vezes penso que eu nunca fui 'criada' pra ser ex namorada. E fui criada pra ser a única.
E é difícil me comportar com menina boazinha quando sou colocada a prova!

Estou ficando cansada já... Hoje não foi um 'daqueles' posts. As ideias estão meio perdidas.
Mas eu descarreguei! Sinto-me muito mais leve agora.
Acho que faltou um pouco de coerência. Mas enfim...
Está aí um pouco da bagunça que mora dentro da minha cabecinha =)


Fatos:
Semana passada fui viajar.
Sai de Curitiba sexta, as 16h, fui para São Paulo - capital. Teve um acidente na estrada e eu perdi o ônibus que ia pra Mogi das Cruzes, e tive que dormir no Terminal Rodoviário. Foi uma aventura e tanto!
Enfim, cheguei em Mogi, e fui para confraternização do grupo de canto, passei o fim de semana lá. Foi maravilhosamente bom... Algumas fotos...

Os 12 Casais do Grupo de Canto
Festa de época na noite de sábado. Foi bastante divertido.
Eu e a Shirlayne, namorada do Lú! Excelente companhia! ;)
Eu e o Rafa, na TENTATIVA de fazer carão! hahaha
Eu e os meninos! Rodrigo, Luiz, Felipe e Rafa! Em pensar que, exceto o Rodrigo, eu vi todos os outros pequenos. E agora tenho que ficar na ponta dos pés tirar foto com eles!
Filhos do Grupo! Rafa, Felipe, Luiz, Shi, Eu, Rodrigo, Lu, e embaixo a Carol. Faltam muitos. Mas amo os que estão aí!

Durante esta semana também coordenei o V Curso da Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia. Foi de segunda a quarta feira. Nunca nenhum quarta feira foi tão desejada! Mas deu tudo certo graças a Deus! Agora só ano que vem!
Aí estão: Necessaire de brinde para os acadêmicos + Apostila da Liga, Coffee Break de abertura, e fotos do pessoal no dia da prova!

Bom galera, agora vou dormir, porque realmente estou bêbada de sono!

Volto aqui antes do Natal pra contar novidades!

Bom fim de semana a todos!
 ^^

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O Pato e a felicidade

Oi Galera, bom dia!
Estou aqui pra dar um CTRL+V num post que eu fiz de madrugada!
Estava realmente precisando escrever...

A música de hoje é Paciência, do Lenine.


Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência

O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência

Será que é tempo que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo ora perder?
E quem quer saber? A vida é tão rara, tão rara

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para, A vida não para não


1h12 da manhã, do dia 22 de novembro de 2013.
Estou aqui escrevendo porque as palavras estão fazendo festa em minha cabeça desde a hora que eu acordei. Estou de TPM é claro, considerando a quantidade de comida que eu ingeri nos últimos dias, a minha labilidade emocional e as espinhas... Fecho o diagnostico da bendita síndrome.
  Apesar da enorme quantidade de afazeres que eu preciso terminar, preciso vir aqui expor meus pensamentos. Faço esse texto no ‘word’ a princípio, pois estou – mais uma vez – sem internet no prédio.
 Estava pensando sobre como é difícil ser ‘legal’ nos dias de hoje. Como é difícil você ser alguém. Não simplesmente alguém qualquer; ser um alguém qualquer pode ser que até não seja tão difícil assim... Mas ser alguém que faça história, que faça diferente... É muito difícil.
Vou falar um pouco do meu mundo.
Eu sou a pobre de um lugar. E a rica de outro. A ‘burra’ de um lugar, e a inteligente do outro. A esforçada de um lugar, e a preguiçosa do outro. A bonita de um lugar e a feia do outro. A bem sucedida de um lugar, e a pobre coitada do outro. E vivo em dois mundos completamente diferentes!
 O contraste social, educacional e pessoal confunde minha cabeça às vezes. Confunde... Pois fica difícil entender qual o significado de felicidade, tristeza, sucesso e derrota.
Fica difícil entender que para alguns, ter dinheiro pra pegar ônibus é ser feliz – ao invés de ir a pé... Enquanto pra outros, quando o carro quebra é o fim do mundo. Onde já se viu pegarem ônibus!? E eu não to nem tão aqui, nem tão lá.
As vezes tenho um dinheirinho pra realizar umas vontades, outras apenas fico na vontade, pensando no dia que eu tiver meus negócios, e enfim dinheiro para conseguir o que quero....  Mas aí volto ao ponto inicial...
E a felicidade? Não posso dizer que conheço ‘ricos tristes’, mas conheço ricos insatisfeitos. Insatisfeitos com a família, cansados do modo de levar a vida,... Pessoas que as vezes demonstram estar loucas para sair daquele mundo, mas estão tão ligadas à ele que sair seria como morrer. Mas muitos deles, MUITOS DELES, parecem que vivem naquele mundo porque foram acostumados àquilo!
 As vezes sinto que alguns, que não são tão ricos assim, mas querem fazer parte daquele meio, ficam horas e mais horas em casa estudando nome de comidas, de restaurantes, de marcas de roupas, e de grifes famosas para ter o que conversar.
 É, porque pra ser legal no meu mundo, com pequenas exceções é claro, é preciso ser lindo, magro, com o cabelo asseado, com carro (independente de quem ta pagando), ter festas de gala para ir durante o ano – e trajes à altura, viajar com a família ou fazer um mochilão em qualquer lugar do mundo nas férias, é ter um ipad, um ipod e um iphone, ir em todas as aulas – e chegar maquiada pela manhã, ter dinheiro pra almoçar em restaurantes todos os dias e para sair pra baladas caras no fim de semana, a além de tudo isso, ainda fazer academia, ter uma alimentação saudável, e claro, dizer que é feliz!
 A minha dúvida é... Por que complicar tanto o significado de felicidade? Papai diz assim: Faça um plano e uma lista de coisas que você precisa pra concretizá-lo. Agora escolha somente 20% dos itens iniciais... Somente com 20% da lista total com certeza é possível executar 80% do plano. O resto é excesso! E é esse o meu pensamento de felicidade! O resto é excesso! Com 20% de tudo aquilo que eu disse acima, ou até menos de 20% daquilo é possível ser feliz. Mas no meu mundo ‘1’ não basta você ser feliz. Tem que postar no instagram que está sendo! Quanta hipocrisia! Como ‘ser feliz’ tornou-se difícil nos dias de hoje.
  E daí eu tenho o outro mundo. O que alguns (geralmente do mundo 1) chamam de ‘periferia’, ‘guetto’, ou ‘o outro lado’. Eu não chamo de nada disso! Um dia até ouvi uma comparação minha com o cantor ‘Zeca Pagodinho’, que tinha conseguido dinheiro mais gostava de morar na favela.
Eu não gosto de morar na favela. Não pela favela em si, mas pelo que rodeia a favela.
A minha imagem de favela não é simplesmente um bairro pobre, a minha imagem de favela é de becos, sem saneamento, com casas mal iluminadas e mal ventiladas, e que para entrar lá você tem traficantes na entrada, com sacolinhas de mercado cheias de pedra de crack e ‘pinos’ de cocaína. Com um rapazinho com menos de 18 anos sentado à beira de uma calçada, cheio de dinheiro no bolso e com um celular da china ouvindo funk e um nextel para poder fazer os contatos. Algum deles andam armados, outros não. A minha imagem de favela são mulheres obesas, com sub empregos, semi-analfabetas, que geralmente vieram de estados do nordeste, com 4-5 filhos. E os filhos? Se forem meninas, usam shorts curtíssimos e apertadíssimos e uma camisa dos seus namorados ou aquelas blusinhas frente-única com a barriguinha sarada a mostra, boa parte delas já tem ventres salientes mostrando sua gestação precoce, se forem meninos, usam roupas de marca falsificadas, correntes de prata/ouro pesadíssimas e bonés de aba reta. A maioria deles abandonam os estudos antes do tempo, ou passam muito mais anos na escola do que deveriam.
E a droga, e o trafico, comandam! E vender droga, e comprar droga é uma coisa normal. E vão comprar drogas os zumbis viciados em crack, e vão comprar droga os playboys com seus carrões.
E vão comprar drogas pastores de igreja evangélica!
Essa é a imagem de favela que eu tenho, e isso está MUITO longe da minha ideia de felicidade. Isso que eu descrevi não falo de filmes... Falo de vida! De vida!
Quando eu era criança morava numa casa boa, mas a minha rua era praticamente entre duas favelas e eu vi muitos amigos se perderem neste caminho que eu falei.
 Via nas favelas muitas mulheres e homens trabalhadores, que ralavam mais que muito playboy por aí! Mas eram vítimas de um sistema injusto, que não dá as devidas oportunidades, que cala, que subjulga, que mantém o rico mais rico e o pobre mais pobre! Mas graças a Deus eu vi muita gente sair da favela também.
E não é aí que eu queria viver...

Só que, ser feliz neste mundo ‘2’, é relativamente mais fácil. Basta ganhar 1500 reais. Com 1500 reais por mês da pra manter as roupas, e as mini-festinhas, uma vida bem mais ou menos, com muito churrasco e cerveja. Mas é o que eles chamam de felicidade.
Mas como eu disse antes: eu não estou nem tão aqui nem tão lá!
E onde fica minha ideia de felicidade? Já dizia o grande Chorão “Felicidade é poder estar com quem você gosta em algum lugar”. E não é que mesmo? De que importa quantos carros você tem na garagem se não pode estar perto de quem você ama?

Enfim, minhas ideias estão um pouco bagunçadas, to pensando em muita coisa, e não consigo escrever tudo. Vim hoje aqui querendo falar de como é difícil ser alguém importante.

Não basta trabalhar, ter um pouco de dinheiro, ajudar as pessoas e formar uma família! Você também tem que ser poliglota, entender de comidas, roupas, músicas, e filmes! Tem que saber os filmes indicados ao Oscar no último ano, qual deles ganharam, e ter a sua opinião sobre cada um. Tem que fazer compras em Miami, e uma vez por ano passar uma temporada no exterior... E saber discutir sobre a reforma política, o mensalão, a guerra na palestina, a inflação no Brasil e as desvantagens da copa em 2014.

E ter um blog não é critério pra ser legal! Hahahaa
Algumas pessoas deixam comentários, veem aqui, acompanham o blog. Mas algumas pessoas já disseram na minha cara pra eu parar de escrever, que isso era coisa de quem não tinha mais o que fazer.
Pois é. Só que eu fiz de ‘escrever’ um hobby! E bem ou mal, eu adoro fazer isso! Me faz bem! Adoro passar uma hora no chuveiro antes de vir escrever, e pensar em cada ideia que eu vou vir aqui falar. As vezes escrevo coisas legais, as vezes escrevo umas porcarias... Mas sabe, no meio desses dois mundos loucos que eu vivo, essa é a maneira de olhar pra mim, essa é a maneira de eu me encontrar.
É uma maneira de organizar meus pensamentos.

E eu estou no meio destes dois mundos. E não vejo maneira de abandoná-los, nem um, nem outro.
 Minha terapeuta dizia que eu tinha que largar o meu mundo ‘do guetto’, que agora eu faço parte de outra realidade, e tinha que começar a vive-la com integridade. Mas e se eu disser que é no meu guetto que eu sou feliz?
 Se eu disser que tenho o maior prazer em sair aos sábados com a minha irmã pra ficar entrando em loja barata pra olhar roupa, que adoro liquidação, que adoro comer pastel na pastelaria do chinês, e se possível tomar uma tubaína? E se eu disser que gosto de comer x-salada de carrinho e não me importo em sair com dez reais?
Entendem? Isso é muito pra parte da minha realidade, e muito pouco pra outra parte!
 Quando alguém me diz que eu tenho que ‘abandonar’ minhas origens, porque em breve eu serei médica e tenho que me comportar como uma, eu ouço... Mas é impossível eu fazer isso! Porque na verdade eu subi um pouquinho o nível pra aprender cultura, educação e bons hábitos, mas quero voltar lá pra baixo, que é de onde eu vim, pra ensinar pra todo mundo como é que faz. E quer ser pobre não é ser mau educado! E que ser pobre também é ter higiene, saber ouvir boa música, reconhecer bons livros e bons filmes. Ser pobre é uma questão financeira, de uma divisão de renda injusta e ponto final. Por que misturar tanto as coisas?
 É tanto problema de interpretação... Ser rico não é ser feliz, e ser pobre não é ser burro! Mas tem gente que leva isso ao pé da letra.

  Sabe, eu coloquei o nome deste post de PATO, sabe por quê? Por que o pato ele voa, nada e anda... mas não faz nenhum dos três direito!
Meu blog está sem o template que eu criei, mas no topo dele antes estava escrito “Enquanto tudo acelera e pede pressa, eu me recuso, faço hora, vou na valsa, a vida é tão rara”. E é nisso que eu acredito!

A sociedade hoje impõe uma ideia errônea de felicidade. Uma falsa felicidade. Não precisa de tudo isso, são só os 20% lembra? Pra que voar, nadar e andar. Não da pra ser feliz fazendo um só?

 Eu sou o tipo da pessoa que cobra demais, à mim e aos outros. Pra mim, nada tá bom. Sempre da pra melhorar alguma coisa. E se eu disser que algo ta bom, tire-o da minha frente, porque se ficar muito tempo perto eu começo a achar defeito. E sabe de onde vem isso? Dessa ideia maluca que a sociedade enfiou na minha cabeça! Eu sempre quero mais, aprender mais, conseguir mais, conquistar mais...

E eu não quero ser assim... não mais!
Formar-me-ei médica, tenho planos de fazer residência, trabalhar, juntar uma grana, formar uma família se assim Deus permitir, e quero viver a vida com menos cobranças. Com pessoas mais simples. Já pensei até em me mudar pro litoral norte. Sempre tem emprego pra médico, e a cidade tem menos gente.

Escrever aqui, para mim, é uma maneira de resistir a toda essa imposição de ideias que eu nunca pensei por mim mesma. Escrever aqui é fazer-me lembrar que eu tenho uma origem, e com algumas mudanças, quero mantê-la. Que andar, nadar e voar só pode nos deixar doentes!
 Pra ser feliz, eu só preciso dos 20%.... E é isso que eu não posso esquecer.  

 Desculpem-se eu não fui coerente nas palavras. Mas era isso que eu precisava falar.

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Quanto aos fatos: Estarei fora este final de semana. Hoje farei um caminho diferente, vou para o interior de São Paulo. Semana que vem eu volto e conto as novidades. Beijooos

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Roda Gigante

Oooooooooi meus amooores! =D=D=D
Que saudade de vir aqui fazer um post! Os dias estão tããão corridos, eu tenho estado tão cansada, que não consegui vir aqui postar, apesar de querer fazer isso há uns dias.
Mas aqui estou! =D E louca pra começar a colocar pra fora tudo que eu sinto! ;)

Primeiro, e como de praxe, a música do dia...
Hoje escolhi Roda Gigante do disco novo do Biquini Cavadão!
Por quê? Estava assistindo Jô na segunda feira e ouvi essa música... Simplesmente foi amor ao primeiro acorde ;) Super me encontrei nela! Então tá aí a letra dessa música linda, que é tudo que eu penso agora! Pra quem só costuma ler os posts, sugiro ouvir a música, porque é realmente muito boa e o clipe é fofíssimo!


Quero aprender a amar para fazer as pazes
Até a noite chegar
Quero aprender a amar em todos os detalhes
Para te decifrar
Quero aprender a amar pra cometer pecados
E depois me perdoar
Quero aprender a amar em todas as palavras
Para te sussurrar

Só quero o amor das grandes paixões
Ser como crianças no parque de diversões
Aquele amor que em menos de um instante
Faz a vida girar numa roda gigante

Ouvir este tipo de música só me faz pensar que cada dia mais eu recupero a minha essência, de romantismo, de o sonho de uma grande paixão. Alma gêmea? Amor da vida? Continuo acreditando nisso, mas acho que somente alguns saberão o que é isso nessa vida. E se encontrarmos, nem sempre estaremos juntos dessa pessoa, mas podemos sim ser felizes com alguém que nos ame e nos faça feliz... Desde que estejamos dispostos a vivermos o presente.
E é disso que eu quero falar um pouco...

VIVER O PRESENTE. 
Dizem que quando estamos depressivos é porque estamos vivendo o passado, quando estamos ansiosos é porque estamos vivendo o futuro, e quando estamos em paz, é porque estamos vivendo o presente.

Também ouvi algo outro dia que, apesar de parecer óbvio, ficou ressonando em minha mente, como uma mensagem para ser fixada no topo e sempre vista!
O passado não pertence SÓ a nós, o futuro também não... Sempre tem pessoas envolvidas. O único tempo que pertence SÓ a nós mesmos é o presente, e não devemos desperdiçá-lo com o que não pertence a nós, ou seja, o passado ou o futuro. Se algo saiu de sua vida, isto não pertence mais a ti. Se você sonha com algo e ainda não tem, este também não pertence a sua vida.... Mas hoje, tudo que você tem ao seu redor, isso SIM pertence a sua vida... Você vai ignorar?
E hoje, após 5 meses, cada dia eu tenho mais certeza que aquilo faz parte do meu passado, e deixar de pensar nele, e deixar de pensar no que aconteceu me traz paz, me faz viver cada dia... Como eu já disse aqui antes, é acordar cantando, e dormir só agradecendo a Deus! Não precisar mais pedir pra me fazer ser feliz,... Porque eu já estou sendo! E sem exageros... Eu estou tão plena! 
Penso que quis trancar a faculdade no começo do semestre... Lembro que eu queria me internar, para emagrecer, para esquecer da dor de um amor não correspondido... Ainda bem que eu não fiz isso! Ainda bem! Foram tantas realizações neste semestre! Tantos objetivos alcançados, tantos!
E veja... tive 'alta' da terapia, consegui emagrecer 12kg - com certeza dificuldade, reconheço, apresentei meu trabalho de iniciação científica, estou trabalhando na liga, tenho conhecido Curitiba de cabo a rabo! E não choro mais... Não sei há quanto tempo eu não choro... Algo que há alguns meses pra mim era comum, hoje não mais. Hoje não mais motivos pra chorar.

Fotos do CONCIAM, o Congresso da FEPAR que eu apresentei meu trabalho...


E o romantismo? Eu sempre fui suuuper romântica! De querer encontrar um príncipe encantado, de viver um conto de fadas. E quando tudo aconteceu, eu simplesmente deixei de acreditar nisso. Achei que amor assim não existia, e que isso foi uma grande ilusão da minha adolescência, e que POR QUÊ todo mundo deixou eu acreditar nisso!? 
E hoje não... Já voltei a acreditar nos meus contos de fadas. E acredito sim que eu ainda vou viver o meu. SEM bruxas ou fadas-madrinhas-fake. Tenho ouvido tanto Taylor Swift... Pra mim, ela resume romantismo em uma pessoa... E as músicas dela tem sido trilha sonora de muitas coisas que tem acontecido na minha vida ultimamente.
Já posso dizer... Encontrei uns príncipes por aí nos últimos meses... E verdadeiros príncipes! E tem sido bem legal ;)

Apesar disso tudo, vamos aos fatos.
Coloquei em prática o 'deixe no passado o que pertence ao passado'. Como?
Acho que imagens dizem mais:




Enfim, desvincilhei-me das coisas que estavam lá em casa. 
Não tinha feito isso ainda porque me sentia muito insegura de encontrar alguém da família dele. E fui lá, entreguei as coisas na casa da mulher que foi uma mãe pra ele muitas vezes, e a que eu considerava a sogrinha!
Fui, entreguei todas as coisas: cartas, presentes, e as coisas da casa dele que estavam na minha casa. Antes, passei na frente dessa casa, que foi mais ou menos onde tudo começou. Na verdade posso dizer que o começo da nossa história foi ai. Passei pra dizer adeus de uma vez por todas. E entreguei coisas que estavam comigo há 9 anos já. E com este ato eu faço de uma vez por todas essa história parte do meu passado. Joguei aquele primeiro bilhete de "Eu gosto muito de você", de 24/02/2004 fora, e a cada coisa que ia pro lixo, eu só me lembrei de nunca mais esquecer o que eu aprendi com tudo isso. A cada foto jogada fora eu lembrei do quanto eu fui traída, e o quanto eu me tornei dependente de alguém que nem sequer foi homem pra ser honesto comigo. E vou lembrar de nunca mais cometer este erro novamente. Tenho muito amor pra dar, e ele decididamente NUNCA foi homem pra receber isso. Não quero mais migalhas. Traições? Mentiras? Deixe para outras aceitarem... E sempre haverá! 

E abracei, e conversei com a tia dele. Apesar de tudo entre nós ter ficado no passado, apesar de eu ter brigado com ele, eu considerava a família dele minha família, e eu não seria fria ao ponto de dizer que não gosto mais deles! Gosto MUITO de todos! Gosto das tias, que eu conheço desde a adolescência, dos primos - e das namoradas dos primos. Ah, como eu gosto deles, até outro dia, eram eles que eu considerava minha futura família! 
É bom saber que a maioria deles guardará boas lembranças do que vivemos, e que apesar de não fazermos mais parte da mesma família agora, eu jamais esquecerei o quanto eles me tratavam bem e me recebiam bem em suas casas.
Mas eu estar solteira, e arrumar outra pessoa, não impede esse 'amor' de existir!
E ir entregar as coisas foi muito bom! 
Foi colocar um 'final feliz' em toda essa história trágica!
Então agora eu não tenho mais nada físico dele comigo. A não ser um boné da Abercrombie que foi eu que dei, e eu fiquei pra mim! Hahaha É muito bonito! E ele só usou uma vez, então é meu! hahahaha ;)
Entregar as coisas foi tirar um peso das minhas costas (menos um agora), foi saber que agora não temos mais nenhum vínculo!


Bom, além disso... fui pra casa no fim de semana - claro! Hehehe Fazia tempo que eu não ia. Mas foi aniversário da Malú - minha filhada - e eu tinha algumas coisas pra resolver no Guarujá.
Na semana passada também passei no estágio de Cirurgia Pediátrica, e meio que entrei numa crise, com dúvidas se é G.O. mesmo que eu quero. Achei a pior coisa do mundo operar criancinhas, elas acordam assustadas. Ai! Um filme de terror aquilo! Não gostei de nada que eu vi. Então na sexta escapei de Curitiba, porque tava entrando em crise já!

Dai fui pra casa, levei meu computador pra arrumar, com o diagnóstico que foi-se mais uma HD. ¬¬'
E tá lá o meu notebook... E eu sem computador por mais de um mês. Daqui a pouco vou ter lesão por esforço repetitivo, de tanto que tenho que digitar pelo celular.

Por fim, aleluia, arrumei meu violão! Que estava parado há alguns anos, sem cordas e com a tarraxa quebrada! Já que é pra voltar a minha integralidade, voltemos a tocar violão então! ;)


A noite era pra ter saído com a Jack, mas não rolou. Mas saí com a Jú, enfiiiim! Há anos que não saíamos! Fomos num barzinho lá na avenida da praia da enseada! Sempre quis ir lá! Adorei! Mas estava com cólica, e então a noite acabou cedo. Mas consegui dar aquele rolezão de carro que eu adoro, ao som de Killers, e músicas eletrônicas que eu amo!

A foto ta horrorosa! Mas o que vale é a intensão!

No domingo fiquei fazendo as lembrancinhas do aniversário da Malú e do Lú com as crianças! Foi divertidíssimo! E no fim da tarde fomos a praia! A família toda! Acho que nunca fizemos isso antes... Foi muito bom! Não tenho fotos de todos porque só meu papi tinha levado celular.
Ah, e eu levei meu pai pra conhecer a parte de trás do morro do Maluf, que ele nunca tinha ido. Hehehe
Foi um fim de tarde maravilho.
Depois fomos a missa no centro, que foi muito linda... E jantamos na Ká! Depois eu vim pra Curitiba =(

Tirar foto dirigindo é algo que eu ainda não sou profissional! hahaha Mas ê praia linda!





Apesar de tudo estar melhorando exponencialmente, fazia muito tempo que eu não tinha um fim de semana tão gostoso. Sabe, as vezes acho que não sou merecedora de tudo que tem acontecido. E tenho certo medo... Pois uma vez eu vivi uma falsa felicidade, e me sentia bem daquele jeito. E depois perdi tudo.
Só que hoje sei que eu vivo uma felicidade de verdade. E tenho medo dela acabar novamente.
Mas peço perdão à Deus automaticamente depois disso. Pois quem tem fé não tem medo.

Sabe, se for pra chorar hoje, eu choro de felicidade...
Lembro que há 5 meses atrás eu não tinha com quem ficar, não tinha com quem sair. E hoje, se deixar eu não paro em casa. Só não aceito todos os convites senão vou ter que parar a faculdade pra curtir a vida! hehehe
Hoje sinto que estou vivendo a minha idade, meus plenos 24 anos! Sem dependências, com responsabilidade, mas sem apegos. Livre para aproveitar as oportunidades que me aparecem... Sem medo.

Hoje eu percebo que independente do 'carrinho' que você entre, na roda gigante da vida sempre haverá momentos que você estará lá em cima, e em alguns momentos você estará lá embaixo - INDEPENDENTE DO QUE VOCÊ FAÇA! O que nos resta é fazer laços afetivos verdadeiros, e estarmos próximos de quem amamos e quem nos ama, para que possamos ficar firmes nas dificuldades, e quando começarmos a subir de novo, estejamos mais sábios, e com a nossa estrutura física tão intacta quanto estávamos antes ir para baixo, na roda gigante.
E mais, devemos levar nossa vida de maneira que fiquemos mais tempo na parte alta da roda gigante, e menos tempo na parte baixa. Para isso, devemos pensar antes de agir, e sempre, SEMPRE ter a certeza que mais do que planejar, temos que ser criativos e inovadores.... Deus não nos dá o que queremos, ele nos dá o que acha que é bom, e conta com a inteligência e a sabedoria que nos deu para que façamos o que é melhor pra nós! Afinal, nós temos o direito de escolher.

Hoje eu levo a vida mais devagar. Confio em Deus que meus sonhos se realizarão. Mas até lá, eu vivo cada dia intensamente. Eu digo mais 'SIM', eu me preocupo menos com o que pensam de mim, e estou aprendendo a dar valor a quem me da valor!

É...
"Só quero o amor das grandes paixões
Ser como crianças no parque de diversões
Aquele amor que em menos de um instante
Faz a vida girar numa roda gigante"